...faz faz tempo que não escrevo nada aqui, mas isso não chega a ser um problema por que ninguem vem até aquir ler mesmo, ah, mas você veio! meus parabéns! então eu tenho um comunidado a te fazer, escrevi um conto, se chama "Morte e Vida de Pedro Casablanca", caso tu queira ler me avisa que eu te mando, ou melhor, deixa o teu email nos comentarios.
um abraço pra quem fica.
terça-feira, 27 de março de 2012
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Alegoria dos mortos.
Augusto Duarte Garcia
Os paradoxos escondidos sobre o engano da certeza,
Nossas magoas cobertas pelas gargalhadas
As duvidas subjugadas pela a arrogância de quem não sabe.
Neste pequeno e mundo tão digital, arcaico.
A certeza da morte diluída na indesvendável vida.
A importância reduzida pelo supérfluo.
Meu querer pode não ser mais nada,
Meu querer pelo nada seduz mais que me querer!
O Eu substituído pelo MEU.
E as caveiras seguem sustentadas até o dia dois!
sábado, 16 de julho de 2011
Casualidade
(Henry Lopes)
Justo eu homem
tão certo e sem amor
que mato minha vontade
na carne sem valor
Justo tu mulher
que ama o que nem sabe
sacia-te na mentira
invenções mal criadas
Justamente o dito sentimento
o tal desejo, que chama
esse tal amor
que tão pouco se conhece
Justo nós, um encontro
o breve beijo após o flerte
seguido de um até mais
como um amor de carnaval.
Justo eu homem
tão certo e sem amor
que mato minha vontade
na carne sem valor
Justo tu mulher
que ama o que nem sabe
sacia-te na mentira
invenções mal criadas
Justamente o dito sentimento
o tal desejo, que chama
esse tal amor
que tão pouco se conhece
Justo nós, um encontro
o breve beijo após o flerte
seguido de um até mais
como um amor de carnaval.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Texto 14 ou 15
Guto Garcia.
Hoje estou pro um triz,
Estou quase me dando um tiro,
Estourando a cabeça.
Pois há dias que todo parece ser inútil,
Não que hoje seja assim,
Mas eu só preciso de um instante.
Escrevi para na verdade dizer,
Que dias assim creio que isso seja inútil
Por não ter mais saco, que se dane.
Escrevi porque não vejo objetivo
Porque quem sabe seja a ultima vez
Não de vida, mas de escrita ou se lá?
Pois as coisas que gosto já não gosto tanto.
Por que o sabor já não é o mesmo
Por que já estou nem ai!
Hoje estou pro um triz,
Estou quase me dando um tiro,
Estourando a cabeça.
Pois há dias que todo parece ser inútil,
Não que hoje seja assim,
Mas eu só preciso de um instante.
Escrevi para na verdade dizer,
Que dias assim creio que isso seja inútil
Por não ter mais saco, que se dane.
Escrevi porque não vejo objetivo
Porque quem sabe seja a ultima vez
Não de vida, mas de escrita ou se lá?
Pois as coisas que gosto já não gosto tanto.
Por que o sabor já não é o mesmo
Por que já estou nem ai!
Assinar:
Postagens (Atom)