Dor de Cabeça
Não to muito afim de novidade,Fila ou banco do bar!
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Alegoria dos mortos.
Postado por
Augusto Garcia
às
10:19
Augusto Duarte Garcia
Os paradoxos escondidos sobre o engano da certeza,
Nossas magoas cobertas pelas gargalhadas
As duvidas subjugadas pela a arrogância de quem não sabe.
Neste pequeno e mundo tão digital, arcaico.
A certeza da morte diluída na indesvendável vida.
A importância reduzida pelo supérfluo.
Meu querer pode não ser mais nada,
Meu querer pelo nada seduz mais que me querer!
O Eu substituído pelo MEU.
E as caveiras seguem sustentadas até o dia dois!
sábado, 16 de julho de 2011
Casualidade
Postado por
Henry Lopes
às
16:30
(Henry Lopes)
Justo eu homem
tão certo e sem amor
que mato minha vontade
na carne sem valor
Justo tu mulher
que ama o que nem sabe
sacia-te na mentira
invenções mal criadas
Justamente o dito sentimento
o tal desejo, que chama
esse tal amor
que tão pouco se conhece
Justo nós, um encontro
o breve beijo após o flerte
seguido de um até mais
como um amor de carnaval.
Justo eu homem
tão certo e sem amor
que mato minha vontade
na carne sem valor
Justo tu mulher
que ama o que nem sabe
sacia-te na mentira
invenções mal criadas
Justamente o dito sentimento
o tal desejo, que chama
esse tal amor
que tão pouco se conhece
Justo nós, um encontro
o breve beijo após o flerte
seguido de um até mais
como um amor de carnaval.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Texto 14 ou 15
Postado por
Augusto Garcia
às
22:27
Guto Garcia.
Hoje estou pro um triz,
Estou quase me dando um tiro,
Estourando a cabeça.
Pois há dias que todo parece ser inútil,
Não que hoje seja assim,
Mas eu só preciso de um instante.
Escrevi para na verdade dizer,
Que dias assim creio que isso seja inútil
Por não ter mais saco, que se dane.
Escrevi porque não vejo objetivo
Porque quem sabe seja a ultima vez
Não de vida, mas de escrita ou se lá?
Pois as coisas que gosto já não gosto tanto.
Por que o sabor já não é o mesmo
Por que já estou nem ai!
Hoje estou pro um triz,
Estou quase me dando um tiro,
Estourando a cabeça.
Pois há dias que todo parece ser inútil,
Não que hoje seja assim,
Mas eu só preciso de um instante.
Escrevi para na verdade dizer,
Que dias assim creio que isso seja inútil
Por não ter mais saco, que se dane.
Escrevi porque não vejo objetivo
Porque quem sabe seja a ultima vez
Não de vida, mas de escrita ou se lá?
Pois as coisas que gosto já não gosto tanto.
Por que o sabor já não é o mesmo
Por que já estou nem ai!
Minha ninfa
Postado por
Augusto Garcia
às
22:08
Augusto Garcia
Vamos minha bela ninfa, guardiã de minhas paixões.
Vamos sucumbir aos nossos desejos.
Entregues as nossas paixões e desejos.
No meu sangue que gravo em você minha absoluta submissão
A seus desejos, suas pernas, seu colo.
Minha morena de cabelos curtos e castanhos,
Minha pequena paixão.
Com a voz tremula e corpo retorcido pelo amor,
Entregue aos meus prazeres,
Lhe dou toda dedicação, todo ar.
Seja minha mais uma vez, seja minha para todas às vezes,
Sem folego após o ultimo gole de você
Eu e você estaremos sempre a se perder.
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