quarta-feira, 9 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Alegoria dos mortos.
Augusto Duarte Garcia
Os paradoxos escondidos sobre o engano da certeza,
Nossas magoas cobertas pelas gargalhadas
As duvidas subjugadas pela a arrogância de quem não sabe.
Neste pequeno e mundo tão digital, arcaico.
A certeza da morte diluída na indesvendável vida.
A importância reduzida pelo supérfluo.
Meu querer pode não ser mais nada,
Meu querer pelo nada seduz mais que me querer!
O Eu substituído pelo MEU.
E as caveiras seguem sustentadas até o dia dois!
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